Amor e Finanças combinam com relacionamento amoroso?
Amor e finanças podem sim ser muito bem assimilados num relacionamento em que o casal tem como foco, a prosperidade, a qualidade de vida, além de tantas outras coisas que visam a blindagem do relacionamento. Separei mais essas dicas bem interessantes para contribuir com meus leitores. Espero que tirem proveito e compartilhem com as pessoas que vocês quem bem. Boa leitura.
1 – DIÁLOGO E BOM SENSO: Todos os gastos precisam ser discutidos entre o casal. As contas fixas, como aluguel, contas de consumo, despesas com alimentação, educação, transporte, tributos, financiamentos, dentre outras, devem ser de conhecimento de ambos e se possível, os valores divididos de forma justa, considerando a renda mensal de cada parceiro. Abrir uma conta-corrente conjunta e manter cartões com adicionais são atitudes que podem simplificar o controle do orçamento, no entanto, também podem interferir na privacidade de cada um, gerando crises infindáveis. Defina a melhor estratégia, de acordo com o perfil do casal, e mantenha o orçamento no azul.
2 – DESPESAS EXTRAS: Todos têm sonhos de consumo, porém, quando se vive um relacionamento a dois, antes de se adquirir um item supérfluo ou que não seja de primeira necessidade, deve haver consenso. Realmente é necessária a troca do veículo neste momento? Aquela bolsa caríssima não pesará no orçamento do mês? Precisamos comprar um modelo mais moderno de TV ou celular? Não estamos exagerando em jantares e passeios? Conversar constantemente sobre estas questões é extremamente saudável. O importante é manter o tom amistoso e não de cobrança mútua ou recriminação.
3 – FILHOS: Quando chegam os filhos, mudam as prioridades. As despesas fixas geradas por uma criança devem ser computadas na ponta do lápis e administradas com muito rigor. Aderir a um bom plano de saúde e começar a pensar na educação da criança passam ao topo da lista de preocupações do casal. E, principalmente, nos primeiros meses de vida, tanto a rotina, quanto os gastos do casal, devem ser revistos e adequados à nova situação.
4 – CONSTRUINDO UM FUTURO: Investir é preciso. Seja para a realização de um ideal maior de consumo, como a compra de um imóvel, ou para a garantia da universidade do filho e de uma aposentadoria mais digna, o casal deve começar a poupar o quanto antes. Definam um valor mensal para cada parceiro e invistam. Escolham um produto adequado ao perfil e aos planos do casal e não esperem aquela grana ‘sobrar’ para guardar. Nesse sentido, também é importante ensinar aos filhos o valor do dinheiro. Se educação financeira fosse ensinada às crianças, o que chamo de ‘filosofia do cofrinho’, na qual, desde a infância, o indivíduo aprende a guardar as suas economias, mesmo que centavos de real, para atingir um objetivo de longo prazo, com toda certeza, o mercado de investimentos no Brasil seria muito mais desenvolvido.
Fonte: http://blog.investmania.com.br/2013/08/07/no-amor-e-nas-financas-e-possivel-encontrar-um-equilibrio/2 – DESPESAS EXTRAS: Todos têm sonhos de consumo, porém, quando se vive um relacionamento a dois, antes de se adquirir um item supérfluo ou que não seja de primeira necessidade, deve haver consenso. Realmente é necessária a troca do veículo neste momento? Aquela bolsa caríssima não pesará no orçamento do mês? Precisamos comprar um modelo mais moderno de TV ou celular? Não estamos exagerando em jantares e passeios? Conversar constantemente sobre estas questões é extremamente saudável. O importante é manter o tom amistoso e não de cobrança mútua ou recriminação.
3 – FILHOS: Quando chegam os filhos, mudam as prioridades. As despesas fixas geradas por uma criança devem ser computadas na ponta do lápis e administradas com muito rigor. Aderir a um bom plano de saúde e começar a pensar na educação da criança passam ao topo da lista de preocupações do casal. E, principalmente, nos primeiros meses de vida, tanto a rotina, quanto os gastos do casal, devem ser revistos e adequados à nova situação.
4 – CONSTRUINDO UM FUTURO: Investir é preciso. Seja para a realização de um ideal maior de consumo, como a compra de um imóvel, ou para a garantia da universidade do filho e de uma aposentadoria mais digna, o casal deve começar a poupar o quanto antes. Definam um valor mensal para cada parceiro e invistam. Escolham um produto adequado ao perfil e aos planos do casal e não esperem aquela grana ‘sobrar’ para guardar. Nesse sentido, também é importante ensinar aos filhos o valor do dinheiro. Se educação financeira fosse ensinada às crianças, o que chamo de ‘filosofia do cofrinho’, na qual, desde a infância, o indivíduo aprende a guardar as suas economias, mesmo que centavos de real, para atingir um objetivo de longo prazo, com toda certeza, o mercado de investimentos no Brasil seria muito mais desenvolvido.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostou? Então compartilhe essa ideia e deixe o seu comentário e contribua para a melhoria deste espaço.
Autor do Blog: adricarp@gmail.com