Toda intimidade em um click

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Livro: "O Tempo na sua vida"

Jurandir Sell Macedo é especialista em finanças e lançou em 2009 o livro "O Tempo na sua vida"
Especialista em finanças pessoais diz que projetos devem vir a partir dos sonhos​.

O especialista em finanças pessoais Jurandir Sell Macedo conversou com os internautas nesta terça-feira e deu dicas sobre como administrar dinheiro. Segundo Sell, que é doutor em finanças comportamentais e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o primeiro passo para organizar as contas é ter sonhos.
— A partir dos sonhos, devem vir os projetos — disse.
Jurandir também destacou a importância da relação entre tempo e dinheiro. Segundo ele, estes são dois recursos escassos em nossas vidas e é fundamental saber gerenciar o dinheiro para poder ter tempo livre para aproveitar a vida e o próprio dinheiro.
— Poupar é deixar de consumir agora em favor de um consumo maior no futuro incerto. Poupar muito é um erro tão, ou mais grave, que poupar pouco. Podemos cometer dois erros financeiros na nossa vida: 1 – poupar muito e morrer cedo e 2 - poupar pouco e demorar para morrer — afirmou.
Falando sobre aplicações, Jurandir disse que existem investimentos ideais para cada pessoa. Segundo ele, diversificar é importante.
— Também é importante ter uma reserva de emergência em aplicações muito líquidas como a Caderneta de Poupança — recomendou...

Com a Palavra...


Casal: Segundo autor, prioridade do casal deve ser manter  um bom estilo de vida no presente.



São Paulo – Gustavo Cerbasi, autor de best sellers sobre finanças pessoais, que vendeu mais de 1 milhão de exemplares com o livro “Casais Inteligentes enriquecem juntos” acaba de lançar o seu segundo livro sobre finanças para casais: “Os segredos dos casais inteligentes – Como construir riqueza a dois e garantir um futuro próspero sem abrir mão do bem-estar no presente”.


O autor explica que neste novo livro, ele convida os casais não apenas a discutir como planejar suas finanças, mas também sua carreira, seu estilo de vida e a aposentadoria. “Este é um livro muito mais estratégico, eu trato dos aspectos financeiros da carreira, sobre a autossatisfação do casal e como a construção da riqueza pode fortalecer a família ou prejudicar dependendo do rumo”, comenta.
Logo no início do livro, o autor desconstroi a ideia de que o melhor plano para a chegar à tão almejada independência financeira, quando não é mais necessário trabalhar para conseguir sustentar um padrão de vida, seria abrir mão de certos gastos com lazer, diversão ou com certos desejos de consumo, como uma roupa ou uma cara garrafa de vinho.
Segundo Cerbasi, o estilo de vida deve ser uma das prioridades do planejamento financeiro, uma vez que sem conforto, o casal não teria a força de vontade suficiente para atingir seus objetivos financeiros. “Muitos casais, para ter a vida financeira em ordem, desordenam sua vida sexual, a vida em família e outros prazeres. Qualquer projeto de longo prazo que envolve disciplina e conquista e que demora tem que ser motivado fortemente. Então eu não coloco bem estar e qualidade de vida como uma opção, mas como a única opção de alcançar os objetivos”, afirma.
Ele ressalta que com essas sugestões, ele não propõe uma vida de “gastança”, mas sim de “gastos inteligentes”. Isto é, os gastos que são importantes para o casal, como para cuidar do corpo, para estar com pessoas queridas ou para viajar devem ser priorizados para que haja motivação para todos os âmbitos de suas vidas, como no trabalho, para poupar dinheiro e para criar os filhos. “É preferível que o casal se mude de uma casa de 500.000 reais para uma de 400.000 reais e tenha verba suficiente para pagar uma viagem lua de mel que eles queiram fazer todo ano, do que viver em uma casa grande sem felicidade e motivação”, explica.


Por que nos escolher?​



Por que nos escolher?

Normalmente, quem procura esse tema, “Educação Financeira” ou mesmo “Finanças Pessoais”, são pessoas que, normalmente já se encontram enfrentando as piores dificuldades para lidar com as finanças pessoais ou mesmo familiar. As vezes, cheio de dívidas e muito, mais muito abalado emocionalmente, por conta dos estragos que isso tudo gerou em seu relacionamento.
Nesse site, o que eu e minha mulher propomos é direcionar e focalizar o cerne dos problemas mais cruciais que levam, na maioria dos casos, um relacionamento para o insucesso.
Além de falar das nossas experiências, indicaremos todas as referências de especialistas renomados, por meio de recursos midiáticos de todos os tipos, fóruns,  enquetes, comentários compartilhados por nós e por todos os usuários que nos autorizar. Assim, espero que você internauta e parceiro, desfrute de todos os recursos e informações que esse singelo espaço dispões e seja muito feliz e, é claro, tenha boas reservas para eternizar seu relacionamento.

O dinheiro compra a felicidade?
Entendo que, partindo do ponto de vista de que a felicidade não é uma “coisa” para ser negociada, logo, não podemos trilhar nenhum caminho para sua busca como se ela estivesse nos esperando para ser encontrada em algum lugar do Universo. Existem pessoas no mundo todo que se sentem felizes sem dinheiro e outras que só “encontram” a felicidade em grandes volumes de dólares ou euros. Outras tantas que buscam-na, no dia a dia, enfrentando duras barreiras para lidar com suas finanças em uma busca que as vezes custam décadas de suas vidas. Foi pensando principalmente nesse grupo de pessoas, nos quais me enquadro, que criamos esse site. Assim, esperamos que o conteúdo desse espaço de compartilhamento de idéias e experiências de pessoas que obtiveram êxito em suas finanças pessoais e/ou empresariais encontraram a tal felicidade. Boa leitura.

Adriano Carlos Pinto
Editor do site




Objetivos desse Blog

Esse site foi criado com o intuito de compartilhar respostas às seguintes questões:
  • dinheiro compra a felicidade?
  • qual é a ética do amor?
  • como investir numa relação próspera sem perder a qualidade de vida do casal?
  • como evitar que o dinheiro mude as prioridades num relacionamento?

Buscar as respostas para essas e outras tantas questões será o caminho  que traçaremos juntos. Compartilhando todos os tipos de informações que possa servir de ajuda aos nossos leitores e leitoras.

Infelizmente crescemos com algumas crenças limitantes que nos fazem acreditar em determinadas circunstâncias que não são necessariamente verdadeiras. No que se refere aos relacionamentos amorosos, existem muitas. As mais comuns são:
1) todos têm uma alma gêmea ou toda panela tem sua tampa (ou a outra metade da laranja);
2) quando a gente ama de verdade, a paixão nunca acaba;
3) só se ama uma vez na vida;
4) quem ama não briga.

Por conta de pensamentos engessados como esses e até de preconceitos que impedem de enxergar quem é o outro de verdade, muitas pessoas deixam de viver relacionamentos que poderiam ser maravilhosos. Ficam à espera de algum sinal ou certeza de que estão fazendo a escolha certa. Desistem de encontros que tinham tudo para dar certo só porque não correspondem aos seus conceitos pré-concebidos sobre o que seja amor.
Tenho visto ao longo dos últimos 15 anos muitas pessoas abrindo mão de possibilidades só porque nada de especial lhes indicou que o outro era a tão procurada alma gêmea. Outras ainda invalidam casamentos e desestruturam toda a família por insistirem em acreditar que a alma gêmea é aquela impossível, que gera angústia e se assemelha às histórias de contos de fadas – ou seja, que não existem!
Pra começar, é bom saber que a sua alma gêmea é esta pessoa que está com você agora. Neste momento ela tem uma alma que atraiu a sua e foi atraída por você. O conceito de almas gêmeas é relativo demais para servir como medida ou método de avaliação e escolha de um relacionamento. Mas de uma verdade eu sei: esta relação atual é a que tem de ser vivida agora, senão você simplesmente não estaria nela. Amor é feito pra se viver hoje, nunca amanhã!
E tem mais: paixão é a angústia da conquista, a aflição provocada por um desejo que grita para ser satisfeito. Tem a ver com o estopim do início, a ânsia por conhecer e reconhecer o outro a partir de nossas próprias expectativas. Felizmente passa. E quando acaba a gente cresce, aprende a olhar para o outro com olhos de realidade, de humanidade, acolhendo sua imperfeição e descobrindo que ainda assim – nem tão príncipe, nem tão princesa – o desejo permanece e até cresce.

Deus nos livre de amar apenas uma vez! Quanta economia, quanta escassez de amor. A gente ama quando criança, quando adolescente, quando adulto. Amar é exercício diário (e que bom que assim é!). Poder se reencontrar nessa capacidade de recomeçar e de apostar de novo e de querer ser melhor amante e melhor par. O importante é reinventar o amor à medida que mais maduros nos tornamos, sem que isso signifique ter de pular de galho em galho.
E sem essa de que quem ama não briga. Concordo que quem ama evita ofensas, está atento ao respeito e à confiança, mas as pessoas se desentendem. E duas pessoas convivendo certamente terão de se ajustar. A questão não é querer, ver e pensar o mundo de modo diferente um do outro, mas quanto cada um se abre para incluir essas diferenças, lidar com elas e encontrar um jeito de caminharem juntos, apesar delas.

Outro dia, um leitor me disse que “amor é o que sobra depois que o amor acaba”. É isso: quando as crenças limitantes são desconstruídas, quando as máscaras podem ser tiradas e quando você realmente se coloca, aí sim, o amor desejado acabou e começou o real. É esse que nos faz feliz! Fonte: Match.com

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Crise No Casamento: Por Que Os Casais Se Separam?

Crise no Casamento: por que os casais se separam?


No estado do Espírito Santo, 20% dos casamentos terminam em até cinco anos de união, e a média de idade dos divorciados é de 30 anos.

Não entre para o time dos divorciados antes e nem depois dos 30
Por Renata Lacerda | rlacerda@redegazeta.com.br

Vocês estão apaixonados e decidem passar o resto da vida juntos. Reúnem a família, os amigos e fazem uma grande festa. Mas, em pouco tempo, o príncipe encantado vira sapo e por volta dos 30 anos de idade vocês já fazem parte da lista dos divorciados. Infelizmente, essa não é uma história de ficção.
Casos como esses estão cada vez mais comuns, e as estatísticas mostram que foi-se o tempo em que a grande ameaça dos casais era a crise dos 7 anos. Na verdade, chegar à tal crise já é motivo de comemoração.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 32% dos casais brasileiros se separam antes de completarem 5 anos de casamento e, desses, 20% não chegam nem a completar 2 anos. No Espírito Santo, os dados mudam pouco: 20% dos casamentos terminam em até 5 anos de união, sendo 29,4% deles em até 2 anos. A média desses novos separados: 30 anos.
Por que? Ler mais...